. Caso da menina de 10 anos abusada pelo tio: Entenda as consequências de um “Estupro pedofílico qualificado”

Caso da menina de 10 anos abusada pelo tio: Entenda as consequências de um “Estupro pedofílico qualificado”

No último final de semana, um caso chocante começou a chamar a atenção na mídia e nas redes sociais: uma criança de 10 anos engravidou depois de ser estuprada, em São Mateus, no Norte do Espírito Santo, pelo próprio tio! Para a polícia, a menina contou que era vítima do crime desde os seis anos e que não denunciou antes com medo das ameaças.

 

Segundo o psicólogo Alexander Bez, quando um estupro ocorre abaixo dos 18 anos, este é considerado não apenas um estupro, mas sim um “estupro pedofílico qualificado”, revelando uma perversão sexual. A ação em si, foi cometida por um pedófilo ativo, sendo a mais execrável de todas as ações cometidas contra as mulheres, neste caso específico, uma criança!

 

Criança essa que não tem a mínima condição em ser mãe, como também qualquer mulher que sofrera “violência sexual”, teria! Pelo simples fato de ser uma criança: “Ela não teria como conceber uma gestação, nem mesmo psicologicamente, sendo que o seu o corpo já estaria em comprometimento, pela própria questão da formação física, podendo ser ainda mais fatal”, explica o especialista.

 

Um pedófilo, que na maioria das vezes tem transtorno parafílico e transtorno de personalidade antissocial, manipula a mente da criança, fazendo uma cisão morfológica-psiquiátrica, levando a alterações de personalidade! Além de utilizar de força e ameaça.

 

Tal alterações podem modificar permanentemente a classificação de neurose (normal a todos nós), para uma extensa psicose! “A criança literalmente perde o chão, as consequências são traumas psicológicos extensos, conflitos, angústias, severas manifestações de dor vaginal, repulsa a própria vida e perca definitiva do desejo sexual futuro”, completa Alexander Bez.

 

A emergência costuma ser a porta de entrada das vítimas de abuso sexual para os processos médico-legais, mas além disso, procurar o quanto antes um sistema de assistência psicológica é crucial para reduzir a ansiedade da criança, fortalecer e restaurar a autoestima, bem como o tratamento por parte dos familiares também se torna muito importante!



Créditos: Reprodução Internet

 






Postar um comentário

0 Comentários