. TV brasileira completa 70 anos de existência com expectativas de crescimento exponencial interativo com a SOUL TV

TV brasileira completa 70 anos de existência com expectativas de crescimento exponencial interativo com a SOUL TV

O desenho The Jetsons, transmitido em sua última versão entre os anos 1985 e 1987, já é uma realidade quando o assunto é interação por meio de um aparelho com transmissão de imagem. Porém, se formos comparar com a TV convencional, lançada em 1950, a oferta atual supera a do desenho.


A linha do tempo da evolução da TV se entrelaça com grandes momentos da história da humanidade onde, por meio de uma tela, todos puderam ver o homem ir à lua, emocionar-se com a arte que até então o acesso era o teatro, a rádio, o circo e, claro, o jornalismo.


Todos esses meios de comunicação tornaram a dramaturgia e a informação por meio da TV essenciais para transmitirem com outros olhos a imensidão dessa nação que é o Brasil.


No paralelo à evolução tecnológica, do preto e branco a cores, do seletor manual ao controle remoto para alta definição e, finalmente, com a chegada da internet, diversos hábitos vêm sendo transformados e cada vez estamos mais conectados com a inovação.


Assim como a telefonia móvel deu um salto gigantesco em termos tecnológicos, a televisão embolsou um upgrade expressivo nos últimos anos e quem está na frente desse pioneirismo é a SOUL TV, literalmente a TV do Futuro. A nova plataforma, que chegou ao mercado recentemente já mostrando um grande potencial tecnológico aliado às novas demandas da sociedade, vem romper todas as barreiras e padrões da TV convencional em nível mundial aproveitando as facilidades da internet como benefício da interação entre aparelhos.


A SOUL TV vem com o objetivo de atender os padrões de consumo de conteúdo de diversos públicos, podendo ser segmentada e ajustada de acordo com a necessidade do consumidor. “A cultura da convergência e da interatividade irá ganhar um peso inexprimível entre os usuários”, afirma Ricardo Godoy, CEO e Head de inovação da Soul TV.



Afinal, qual é o futuro da TV?


Foi assim que a SOUL TV foi desenhada, sem copiar ou seguir regras. O foco esteve direcionado aos recursos e para onde caminha a sociedade com o propósito de criar novas experiências de consumir conteúdo.


Assim como foi para o celular, o futuro da TV é incorporar a lógica digital sistematizando e conectando marcas, entretenimento, informação em um único fluxo, sendo o ponto de contato entre este espectador ao conteúdo seja para se emocionar ou até mesmo adquirir tudo que ele deseja por meio de um “click”.


Social TV


A TV sempre foi um programa social, afinal, quantas vezes nos reunimos em volta da “telinha” para assistir um jogo, um final de novela, um filme em família ou na companhia de amigos. Por se tratar de um veículo que naturalmente agrega as pessoas, a possibilidade das conexões por meio das próprias Tv’s veio para ampliar a comunicação de uma forma nunca vista antes. “Já temos espectador em Hong Kong assistindo a TV pampa do Sul, Russos conhecendo as cachoeiras do litoral de Itanhaém/SP e que provavelmente não conseguem pronunciar os nomes brasileiros. Enfim, somos local e global ao mesmo tempo e esta é a beleza da lógica digital”, comenta Godoy.


Foto divulgação


Mais entretenimento aliado à conectividade


A SOUL TV surge com a proposta de oferecer uma plataforma voltada à interação entre usuários e ser o elo forte das lojas de varejo por meio do T-commerce. Em sua grade atual, a Soul TV oferece para as marcas a possibilidade de terem uma loja virtual operando 24 horas por canal segmentado dentro da casa do consumidor. Isso significa que a oferta e as opções de produtos poderão a todo momento serem oferecidas aos telespectadores, em momento real, ao vivo e à cores, e a compra poderá ser finalizada via mobile com apenas um click, já que a TV estará conectada ao aparelho celular.



Mercado


A nova plataforma, que por enquanto opera nas smart tv’s da LG, em breve estará disponível para os aparelhos Samsung e celulares em geral.


A SOUL está presente em mais de 150 países com conteúdos voltados a diversos segmentos que ao todo integrarão, até o final de setembro, mais de 30 canais.


 “Observamos que os valores elevados de uma TV convencional limitava o acesso de muitos públicos com um potencial de negócios incrível. Em nossa plataforma, além dos canais de TV aberta ou a cabo, será possível que influenciadores digitais tenham seus programas, produtoras pequenas possam produzir seus filmes ou séries e até mesmo profissionais com conteúdos específicos finalmente possam tirar seus sonhos do papel; É uma conexão avassaladora e que terá um crescimento exponencial e sem escalas”, finaliza Ricardo Godoy.





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