. Coro Infantil: Cantar é Para Todos é o tema do Theatro Municipal Palco Livre

Coro Infantil: Cantar é Para Todos é o tema do Theatro Municipal Palco Livre



Na semana em comemoração ao Dia das Crianças, o Theatro Municipal Palco Livre vai apresentar o tema Coro Infantil: Cantar é Para Todos. O maestro titular do Coro do Theatro Municipal RJ, Jésus Figueiredo, traz a Doutora, professora titular de Canto Coral da UFRJ, regente do Coral Infantil da UFRJ e do Coral Brasil Emsemble também da UFRJ,  Maria José Chevitarese. Eles vão abordar tópicos importantes como um breve histórico da atividade dos coros infantis no Rio de Janeiro, a importância do canto coral como ferramenta de musicalização, as diversas produções de óperas e concertos que Chevitarese participou com o Coro Infantil no Municipal do Rio nos últimos anos, e as atividades durante a pandemia, além das perspectivas para 2021. A live será na próxima terça dia 13 de outubro, às 15h, no Instagram (@theatromunicipalrj).

Crédito da Foto: Meg Lopes

Sobre Jésus Figueiredo

Jésus Figueiredo é atualmente Maestro Titular do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ), onde trabalhando ininterruptamente desde 1999, e atua também junto a Orquestra Sinfônica do TMRJ na preparação de Óperas, dirigindo concertos e na regência de Balés.    É também Regente Titular dos Coros e Diretor Musical da Associação Canto Coral (RJ), instituição fundada em 1941 pela insigne maestrina e musicóloga Cleofe Person de Mattos, e a qual teve como incentivador e patrono o maestro Heitor Villa-Lobos.É bacharel em Regência, em Órgão de Tubos e Mestre em Acústica Musical com a dissertação “AFINAÇÃO CORAL A CAPELA - Uma Abordagem Acústica Musical” pela Escola de Música da UFRJ, onde em diferentes períodos foi Professor Substituto de Regência, Prática Orquestral, Canto Coral e Regência de Banda Sinfônica. Ministrou também até 2016, aulas de Análise Musical, Harmonia, Canto Coral e Regência no curso de música na Universidade de Barra Mansa, no interior do Estado do Rio, e atualmente faz parte do quadro de professores da pós-graduação do Conservatório Brasileiro de Música. Além disso, acrescentou seus estudos de órgão com Gregory Hand da Universidade de Iowa (EUA), e em regência de orquestra com Kurt Masur em 2007.    Já regeu diversas orquestras no Brasil e na Argentina como a Orquestra de Câmara do Amazonas, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Filarmônica do Ceará, Orquestra de Câmara da Associação de Canto Coral, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, Orquestra Acadêmica do Teatro Colón de Buenos Aires, Orquestra da Universidade Nacional de Cuyos (Argentina), Orquestra da Ópera de San Juan (Argentina), Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), Orquestra Sinfônica Brasileira, e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.Nos últimos anos regeu várias óperas: Orfeo de Monteverdi, O Chalaça de Francisco Mignone, La Tragedie de Carmen de Peter Brook / G. Bizet, L'elisir d'amore de G. Donizetti, Orfeo de C.W. Gluck, Il Maestro di Musica de G. B. Pergolesi, Dido e Eneas de Henry Purcell e Rei Arthur de Henry Purcell, espetáculo este classificado pelo jornal “O Globo” como um dos melhores daquele ano. Em 2019, estreou no Brasil em forma de ópera o Oratório Theodora, de G.F. Handel, com a Orquestra e Camerata Vocal da Associação de Canto Coral, gravado ao vivo pela Rádio Mec e pela TV Brasil. Além das óperas, vem se dedicando também aos Balés, e sobre sua regência já dançaram a Cia Brasileira de Balé, a Escola do Teatro Bolshoi do Brasil e o Balé do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em títulos como Les Sylphides (2007 e 2018) de Chopin, O Quebra-Nozes (2007, 2012-2013) de Tchaikovsky, Copéllia (2008 e 2012) de Leo Delibes, Don Quixote (2010) de Minkus, Catulli Carmina (2014) de Carl Orff, Le Spectre de la Rose (2018) de C.M von Weber e Raymonda (2018) de A. Glazunov.  Além de ter preparado a Orquestra Sinfônica que acompanhou em 2011 e 2012 as temporadas cariocas respectivamente do Balé Kirov de São Petersburgo (Rússia), com O Lago dos Cisnes, e do Balé do Alla Scala de Milão (Itália), com Giselle.        Tem conduzido diversos concertos com coro e orquestra como Petit Messe Solennelle de G. Rossini, Messa di Gloria de G. Puccini, Stabat Mater de T. Traetta, Stabat Mater de G. Verdi, Te Deum de G. Verdi, e outras obras de compositores brasileiros como Matinas da Ressurreição de José Maurício Nunes Garcia, Matinas do Natal de José Nunes Garcia e Vésperas do Sábado Santo de Manoel Dias de Oliveira. Na temporada de 2019, em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro dirigiu as obras Gloria, de A. Vivaldi, trechos do Oratório Messias de G.F. Handel, e ainda a Cantata de Natal de Ricado Tacuchian com o coro de 150 vozes da Associação de Canto Coral no Theatro Muncipal do Rio de Janeiro. Em 2020, durante a pandemia, tem liderado a equipe da Associação de Canto Coral num intenso trabalho de adaptação e inovação mediante a nova realidade, através da implementação de metodologias de ensaios e aulas on-line, e do fortalecimento das mídias sociais, sobre tudo o Canal de YouTube, voltado tanto para difusão de concertos realizados anteriormente como novos conteúdos. E no Theatro Municipal tem colaborado na organização do protocolo de segurança e com a equipe artística para a criação de novos caminhos para a produção do corpo artístico.

Foto: Bira Soares

Sobre Maria José Chevitarese

Graduada em regência pela Escola de Música da UFRJ (1987), é mestre em Música Brasileira pela UNIRIO (1996) e doutora em Psicossociologia de Comunidade e Ecologia Social pela Universidade federal do Rio de janeiro (2007). Atualmente é professora Titular de Canto Coral da UFRJ. Tem experiência na área de Arte e Cultura, atuando na área do canto coral, coral infantil, lazer, cultura e educação. Dirige os corais Infantil da UFRJ (1989) e o coral Brasil Ensemble-UFRJ (1999), que vêm se destacando no cenário musical. Idealizou e dirige o projeto “A Escola vai à ópera” que tem por objetivo incentivar, divulgar e produzir óperas com temática infantis, inserindo crianças, principalmente da rede pública de ensino, no mundo da ópera, já tendo montado dez óperas infantis e atingido um público de vinte e cinco mil pessoas. Na área administrativa atuou como Vice decana (1990-1993) e Decana do Centro de Letras e Artes da UFRJ (1993 -1998), Pró-reitora de Extensão (1997 – 2002), Diretora Artística da Escola de Música (2007 – 2009) e Diretora de Cultura Esporte e Lazer da Pró-reitoria de Extensão (2009 – 2011) e Diretora da Escola de Música da UFRJ (2015-2019). Atualmente coordena a área de canto coral do projeto Um Novo Olhar, parceria entre a UFRJ e a FUNARTE

Serviço:

Theatro Municipal Palco Livre, Vale e Petrobras convidam Jésus Figueiredo e Maria José Chevitarese em “Coro Infantil:Cantar é para todos”

Data: 13 de outubro – terça-feira

Live às 15h

Instagram: @theatromunicipalrj

Patrocínio Ouro@valenobrasil e @petrobras







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